Dom Ceslau Stanula

Ceslau Stanula nasceu na cidade de Szerzyny, na Polônia, em 1940. Ingressou na Congregação dos Missionários Redentoristas, aos 17 anos. Formou-se em Filosofia e Teologia. Foi ordenado sacerdote em 1964, destinado para a Argentina em 1966, e para o Brasil, em 1972. Exerceu funções junto à Missão Redentorista da Bahia, em Bom Jesus da Lapa. Em 1984, foi transferido para Salvador, onde atuou na Comunidade de São Lázaro e Paróquia da Ressurreição, no bairro de Ondina, além de lecionar junto à Escola Superior de Fé e Catequese “Lumen Christi”. Foi transferido para Floresta, no semiárido pernambucano, onde foi nomeado Bispo Diocesano, em 1989. Ali exerceu papel importante nas ações que resultaram na construção de quatro açudes e uma adutora de água potável. Em 1997, foi transferido para a Diocese de Itabuna-Ba. Em 2017, tornou-se Bispo Emérito da Diocese. No mesmo ano, recebeu a Comenda Firmino Alves, outorgada pela Prefeitura Municipal de Itabuna. Foi eleito presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, para Bahia e Sergipe. Publicou, junto ao Jornal Agora, boletins semanais intitulados “Voz que Clama”. Entre 2009 e 2013, através da Editora Bom Jesus, publicou os livros “O cotidiano da Igreja”, “Em sintonia com a Igreja” e “Semente Caída”. De 1999 a 2001, teve papel importante junto à Secretaria de Educação e do Governo do Estado da Bahia, em esforços que resultaram na implantação do Curso de medicina na nesta Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Na Academia Grapiúna de Artes e Letras (fundada Academia Grapiúna de Letras), ocupou a Cadeira de número 13, cujo patrono é Anísio Teixeira. Faleceu em 2020.