Jailton Alves de Oliveira possui graduação em Letras (1986), pela Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna (FESPI), atual Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC. Tem Especialização em Leitura e Produção Textual (1998), Gestão da Aprendizagem Escolar (2008) e Língua Portuguesa e História da Cultura Afro-Brasileira (2013), pela UESC. É advogado, formado pela Faculdade de Tecnologia e Ciências de Itabuna. É Mestre e Doutor Educação, pela Universidade Federal da Bahia. É professor (de Língua Portuguesa, Literaturas e Artes, Comunicação e Expressão, Linguística) junto a instituições privadas e públicas, em nível médio e superior. No campo das artes, é poeta, escritor, dramaturgo, ator (de teatro, cinema e televisão), diretor de teatro, coreógrafo, dançarino e cantor. Recebeu título de “Melhor Professor do Ano”, pelo Colégio Comercial de Itabuna, em 1994 e em 1995, Moção Honrosa de Melhor Professor de Arte e Cultura, do Colégio e Curso Galileu e pela Câmara Municipal de Itabuna, em 1998, prêmio de “Melhor Ator” e “Melhor Espetáculo”, pelo Troféu Jupará e Morena FM, em 2000, dentre outras premiações. Publicou e “A janela… e o retorno da poesia”, pelo MM Studio, Itabuna-BA, em 2003, e “Flores no Deserto: poesias para ler e ouvir”, pela A5 Editora, 2015. Escreve artigos para diversos jornais e revistas. Nas artes cênicas, atuou na coreografia intitulada “Mulher” (2018); na peça “A paixão de Cristo”, em 2013; “Enfant Terrible – O Cinza”, com direção de Cláudio Zumaeta, 2013; “Alvorada Grapiuna”, 2012, dentre outros espetáculos. Dirigiu a peça Verso Reverso, baseada na obra homônima de Ruy do Carmo Póvoas, 2007. Na Academia Grapiúna de Artes e Letras (fundada Academia Grapiúna de Letras), ocupa a Cadeira de nº 18, cujo patrono é José Firmino Rocha.
