Zélia Possidônio dos Santos nasceu em Itabuna-Ba, em 1957. Graduou-se em Letras pela Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC. Tem Especialização em Planejamento Educacional pela Universidade Salgado de Oliveira – Universo – Rio de Janeiro. É associada ao Sindicato de Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado da Bahia. É professora, atriz e diretora teatral. Dirigiu o Arquivo Público de Itabuna entre 1999 e 2000. Fundou a Biblioteca Professora Valdelice Soares Pinheiro na Escola Municipal CAIC – Jorge Amado, em Itabuna-Ba. É membro do Clube do Poeta Sul da Bahia. É também coralista do Coral Cantores de Orfeu, da Maestrina Zélia Oliveira Lessa, além de membro da Associação das Senhoras de Caridade São Francisco de Assis, voltadas para ações e caridade do Abrigo São Francisco de Assis, em Itabuna-Bahia. É membro do Clube da Amizade, idealizado pelo professor, poeta e mestre, Samuel Mattos. Em 1977, foi a estreia nos palcos de Itabuna e Região, através do Teatro Estudantil Itabunense (TEI), sob a orientação dos dramaturgos Nilton Lavigne, Reinaldo Nunes, Elenita Carvalho, Leninha Pitta, Echio Reis, Hélio Pitanga, Leonel Nunes, Nevolanda Pinheiro, Antonia Adôrno, Jurema Penna e Mário Gusmão. Estreou nas seguintes peças “Uma Surpresa Para Emília”, direção de Nilton Lavigne, 1977; “As Professoras”, texto e direção de Nilton Lavigne; “A Saga do Cacau” e “África Presente”, direção de Mário Gusmão; “Itabuna Alves do Amor Divino”, direção Jurema Penna; “O Camaleão e as Batatas Mágicas”, direção de Juscelino Prata e vice direção Zélia Possidônio; “Aclamação à Terra Bendita”; “Brasil os outros 500”; “Verso Reverso”, direção Jailton Alves; “Enfant terrible, o Cinza”, direção de Cláudio Zumaeta, 2013; “Pai contra Mãe”, direção Gabriel Xavier e Zélia Possidônio no de 2021; “Libertação”; “Era uma vez um Meninozinho com uma Flor”, direção Yara Smith Lima; “Diálogo de Mulheres”, direção de Leninha Pitta; “Pinóquio”, Leninha Pitta. Em 2005, coordenou o projeto “Rota da Educação”, idealizado por Elaine Carletto e equipe, da Rota Transportes. Com a peça “Verso Reverso”, direção de Jailton Alves, adaptou o livro de poesia do Mestre Ruy Póvoas para o teatro. Também participou do festival Nacional de Teatro em Salvador em maio de 2008. No ano de 2001, subiu duas vezes ao palco para receber o Troféu Jupará de melhor atriz e melhor peça de teatro adulto “Brasil os outros 500”. Em 2003, Zélia foi agraciada como melhor atriz regional, recebendo o Troféu Jupará. Participou como atriz, da 1ª Mostra de Teatro Amador do Sul da Bahia no período de 11 a 17 de janeiro de 1988 na cidade de Ilhéus-Ba. Participou das antologias: “Vozes Poéticas”, 1992; “Antologia dos 10”, 1997; “Poetas Ocultos”, em 1999, e “Poetas Vivos”, em 2000. “Antologia dos 10 II”, em 2018. Em 2008, lançou o livro infantil “História da Professora Borboleta”. Em 2009, no atelier Osmundo Teixeira, lançou “Luzes”. Em 2015, foi o lançamento do livro de poesias “Olhos em Chamas”, na escola Municipal Margarida Pereira. Em 2021, lança “Poemas não Dormem”, em parceria com o poeta Demóstenes Almeida. Na Academia Grapiúna de Artes e Letras, ocupou a Cadeira 31, cujo patrono é Minelvino Francisco Silva, de 2011 a 2023, quando, voluntariamente, afastou-se das atividades, conforme previsto no Artigo 49, parágrafo 2º, no estatuto da AGRAL.
