Janete Lainha Coelho

Janete Lainha Coelho nasceu em Ilhéus-Ba, em 1960. É casada com o servidor público Paulo Cezar Cabral. É mãe de Jamille e Paulo. É graduada em Pedagogia, pela Faculdade Montenegro. Tem Especialização em “Produção Textual” e em “Gestão Cultural”, pela Universidade Estadual de Santa Cruz. É também especialista em “Língua Portuguesa Formação para o Magistério”, em “Metodologia de Ensino”, em “Psicopedagogia” e em Ciencias Sociais: História e Geografia, pela Faculdade de Ciências e Letras Plínio Augusto do Amaral, de São Paulo. Através da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural, do Ministério da Cultura, recebeu o título de “Mestra da Cultura Popular”, em 2012. Recebeu título de “Doutora Honoris Causa em 2022, pela Ordem dos Capelães do Brasil. Recebeu o prêmio de “Melhor Atriz”, do Troféu Jupará, por cinco vezes. Recebeu o Prêmio Braskem de “Melhor Atriz”, através da peça “Mar Morto”, de George Wladimir. É ganhadora do Prêmio SEBRAE “Mulher de Negócios”, em 2013. Obteve o 2° lugar na modalidade “Conto” e o 2° lugar a modaldade “Cordel”, no VII Festival de Inverno da Bahia. Obteve o 1° lugar na modalidade “Crônicas” e o 2° lugar na modalidade “Literatura de Cordel”, no VIII Festival de Inverno da Bahia. Produziu mais de 900 livros de Literatura de Cordel e mais de 500 xilogravuras. É membro da Academia de Letras de Cordel de Salvador-Ba e da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel, na qual ocupa a cadeira 98. É Representante Territorial de Cultura no Território Litoral Sul, através da Secretaria de Cultura da Bahia. É fundadora Casa da Cultura Popular de Ilhéus e do Poto de Cultura Literatura de Cordel para Todos. É membro do Fórum de Agentes, Gestores e Empreendedores Culturais do Litoral Sul da Bahia. É membro do Círculo Raiz (movimento cidadanista de Ilhéus). É membro da Câmara Temática de Cultura do Território Litoral Sul da Bahia. É Diretora Cultural do Ilê Axé Guiania de Oiá e colaboradora junto ao Ilê Axé Ballomi, ambos em Ilhéus. Por diversos anos, foi Conselheira Municipal de Cultura em Ilhéus e Membro do Colegiado Setorial de Livro, Leitura e Literatura. Enquanto atriz, atuou nos flmes: “O Quadro da Transformação”, de Jota Melo, em 2019; “A última Estação”, de Márcio Curi, em 2010, dentre outros. Seu trabalho é influenciado por diversos artistas, a exemplo de Minelvino Francisco da Silva, Azulão Baiano, Valdelice Pinheiro, Maria das Neves Baptista Pimentel, Cassandra Rios e Augusto dos Anjos. É filiada ao Partido Comunista do Basil e Diretora da Secretaria de Combate ao Racismo em Ilhéus. Gosta de arte, de viajar e de realizar trabalho voluntário. Na Academia Grapiúna de Artes e Letras, ocupa a Cadeira 38, cuja patronesse é a professora e poetisa Valdelice Pinheiro (1929-1993).